Tag Archive: HISTÓRIA



Patti Smith e Robert Mapplethorpe não ficaram juntos por muitos anos. Ele assumiu sua homossexualidade e viveu paixões. A principal foi pelo homem que seria o mecenas até o fim da vida. Continue lendo

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  • John Milton foi um escritor classicista inglês que, devido ao seu apoio a Oliver Cromwell na breve época em a Inglaterra deixou de ser uma monarquia para passar a república, foi preso e tornou-se cego.

  • “O Paraíso Perdido”, um dos mais importantes poemas épicos da história da literatura, não foi escrito de próprio punho, mas ditado, na época em que o escritor esteve no cárcere. Continue lendo


Leia trechos de cartas para Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade se correspondeu com muita gente, de todo o país, durante toda a vida.

A partir de pesquisas no acervo do poeta na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio, a Folha localizou amostras preciosas dessa produção, seja com interlocutores mais célebres, como Graciliano Ramos, Cecília Meirelles, Carlos Lacerda, Dalton Trevisan e Chico Buarque, a vários nem tão ilustres assim.

Evitou-se investigar a troca epistolar mais conhecida de Drummond, com escritores como Mário de Andrade, Manuel Bandeira e João Cabral, justo porque parte dela já foi bem explorada, inclusive com livros editados a respeito.

Leia a seguir trechos de cartas entre o poeta mineiro e alguns dos seus centenas de “amigos postais”. Continue lendo



  • Dona de um rosto sedutor e de um olhar felino, um irreconhecível sotaque estrangeiro e uma postura de diva de cinema.

  • É esta a imagem que temos de uma das grandes damas da literatura brasileira, Clarice Lispector. Continue lendo


Johnny Weissmuller, como Tarzan, Maureen O'Sullivan, como Jane, e Cheetah, o chimpanzé, em cena do filme "Tarzan, O Homem Macaco", de 1932.

Cheetah, o chimpanzé que protagonizou os filmes de “Tarzan” nas décadas de 30 e 40, morreu aos 80 anos, anunciou o santuário da Flórida no qual o animal viveu por mais de 50 anos. Continue lendo


 

Saber que um escritor era ou não gay não o torna melhor nem pior, nem influi no poder de sua literatura.

Mas não custa nada conhecer , por exemplo que a figura que inspirou a namorada do narrador, Albertine,“Em busca do tempo perdido”  , tenha sido Alfred Agostinelli, chofer do escritor. Continue lendo


WOODY ALLEN COMO CHARLES CHAPLIN

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Leitor pede que se publique matéria de seu blog(http://lampiao-cangaco.blogspot.com/) que faz correções a respeito do texto aqui publicado sobre Lampião na matéria “O Amante de Lampião” ,por sua vez publicado originalmente na Folha de São Paulo em resenha do livro de Pedro de Morais, “Lampião – o Mata Sete”.

– Carta aberta para Vera Ferreira –

Vera,

O meu nome é José Bezerra.

Meu sobrenome nada tem a ver com a família daquele tenente que de uma hora para outra mudou seu ignóbil prontuário nos quadros da polícia alagoana, transformando-se em herói.

Faz 9 anos que estou escrevendo um livro sobre o cangaço. Nele, pretendo narrar os fatos, citando as fontes, fixando a figura de Lampião emoldurada no espaço geográfico em que viveu e no seu contexto histórico. Lampião não foi nem herói, nem bandido – foi simplesmente um cangaceiro, um sertanejo de fibra que não dobrou a espinha diante daqueles que se julgavam donos dos sertões nordestinos. Continue lendo


Moradores de Pyongyang choram após morte de Kim Jong-il