Category: Literatura Sem Preconceito



FONTE FACEBOOK


  • “A linguagem é uma razão humana que tem suas razões, e que o homem não sabe” – Claude Lévi-Strauss, antropólogo e filósofo francês.

  • “Quantas línguas um homem conhece, tantas vezes é homem” – Carlos I, imperador espanhol do Sacro império Romano, entre 1519 e 1556. Continue lendo


A casa de leilões Sotheby’s vai oferecer a única versão pertencente a um colecionador privado de “O Grito”, de Edvard Munch. O leilão está previsto para 2 de maio em Nova York, e a expectativa é arrecadar mais de US$ 80 milhões. Continue lendo



Em seu site o artista francês Dran explica: “como não sei escrever, prefiro fazer um  desenho” e escreve mais do que eloquentemente no print acima (série limitada de 250) intitulado “Ville Propre”.


Capa da primeira aparição do Homem-Aranha, na revista "Amazing Fantasy" nº 15

Que os super-vilões não nos ouçam. Vai que eles ficam sabendo e, malévolos, resolvem estragar esta festa.

É que, em agosto deste ano, o Homem-Aranha faz aniversário: 50 anos de publicação, desde a auspiciosa aparição no número 15 da revista “Amazing Fantasy”.

“Amigão da vizinhança”, “cabeça de teia” ou, para os íntimos, “Aranha”. O herói colecionou, em cinco décadas de ação, epítetos vários.

Reuniu fãs, também, aos quais o aniversário traz novidades. A data motivará edições especiais, como a saga “Ends of the Earth” (fins do mundo) –em que o Aranha deve ganhar uniforme novo para enfrentar o Sexteto Sinistro, agremiação de seis de seus arqui-inimigos (Homem-Areia, Electro, Mistério, Camaleão, Rino e Dr. Octopus).

Também balangará nas telas do cinema, em “O Espetacular Homem-Aranha”, novo candidato a recordista de bilheteria.

FONTE FOLHA ONLINE
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  • Algum tempo depois de seu último encontro com Paul Verlaine(de quem tinha se tornado amante), o francês, Arthur Rimbaud, considerado um dos maiores poetas de todos os tempos, desistiu de,  escrever  resolveu trabalhar. Continue lendo


FONTE : FACEBOOK



Aceitar o castigo imerecido não por fraqueza,

mas por altivez.

No tormento mais profundo o teu gemido

trocar num grito de ódio a quem o fez.

E as delícias da carne e do pensamento

a quem o instinto da espécie nos engana

sobrepor ao generoso sentimento

 de um feição simplesmente humana.

Não tremer de medo, nem de espanto

nada pedir, nem desejar, se não

a coragem de ser um novo santo

sem fé no mundo do além do mundo e então

não derramar nenhumalágrima

que a vida não val a pena e a dor de ser vivida.

(2º Soneto – Manuel Bandeira)