• Ao pensar em dicionário, logo vem à cabeça dos brasileiros a palavra “Aurélio”.

  • Apesar de seu nome ter virado sinônimo de “pai dos burros”, Aurélio Buarque de Holanda fez muito mais do que criar o Novo Dicionário da Língua Portuguesa e o Minidicionário da Língua Portuguesa.

  • Crítico, ensaísta, tradutor, filólogo e lexicógrafo, ele fez parte de um grupo de intelectuais que se tornaram referência na literatura nacional como José Lins do rego, Graciliano Ramos e Rachel de Queiroz.

  • Se formou em Direito, iniciou a carreira como professor e foi parar na imprensa carioca, onde foi secretário da Revista do Brasil e publicou vários contos e artigos.

  • Ao enveredar pelo mundo das letras, Aurélio também escreveu alguns livros e abriu a coleção logo com chave de ouro. O primeiro deles, o livro de contos, Dois Mundos, foi premiado pela Academia Brasileira de Letras.

  • Em 1961, passou a ocupar a cadeira de número 30 da Academia. Mas a imortalidade não o seduziu. Aurélio foi o responsável pela criação de um dicionário acessível a todos os brasileiros, além de um vocábulo que, apesar de não figurar nos dicionários, está presente em todos eles.