• – Escrevia na maioria das vezes à mão, mas também usava com frequência a máquina de escrever.

  • – Ao final das cartas, costumava assinar “Carlos” ou “Drummond”. Às vezes usava “Carlos Drummond”. Raramente assinava o nome completo.

  • – Era um exímio arquivista. Guardava a maioria das cartas que recebia –quando necessário com anotações que ajudassem a lembrar a resposta que enviou.

  • – Também graças à faceta de bom arquivista, tem um dos maiores arquivos de correspondência pessoal do país, com 1.812 correspondentes. O inventário da correspondência de Vinicius de Moraes (também na Fundação Casa de Rui Barbosa) registra 714 correspondentes. O de Manuel Bandeira, no mesmo órgão, 132 correspondentes.

  • – Mário de Andrade, que dizia sofrer de “gigantismo epistolar” e foi um grande “amigo postal” de Drummond, é quem mais se aproxima do poeta. Em seu acervo no IEB (Instituto de Estudos Brasileiros) da USP, há registrados 1.644 correspondentes.

  • – Entre os maiores correspondentes de Drummond estão Abgar Renault (453 cartas na Casa de Rui Barbosa, totalizando 541 folhas, de 1926 a 1987), Mário de Andrade (82 cartas no mesmo acervo, com 130 folhas, de 1926 a 1945) e Otto Lara Resende (128 cartas, 158 folhas, de 1943 a 1987).

Anúncios