“Das melhores coisas, a melhor será sempre o pão”, diz um poema hindu de antigamente.

No século 19, Fiódor Dostoiévski, o grande escritor russo, registrava que “nenhuma coisa é mais positiva que o pão”.

Assim se sucedem escritos marcados por esse alimento vivo: as criadas belgas que faziam pães com a melhor farinha e o melhor leite, as escravas gregas, 2.000 anos antes, que
deixavam escorrer-lhes suor do rosto, debruçadas sobre a massa de pão que moldavam compenetradas.

Com quatro elementos básicos (água, farinha, sal e fermento) se faz pão em qualquer lugar do mundo.

Para sentir seu sabor na íntegra, o ideal é aguardar as moléculas que saem agitadas do forno se acalmarem.

“Só depois que esfria, o pão fica com aquele sabor cremoso, doce, aveludado.”

Amanhecidos, velhotes, já duros e ressecados, os pães podem ser aproveitados em receitas fáceis e rápidas.

 

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