“E o meu corpo estava cheio de ovo, que minha mãe havia colocado demais no miojo. Foi aí que as ovelhas entraram e comeram tudo, o meu corpo, os ovos e o requeijão. Por ser muita coisa, as ovelhas todas morreram também, mas ninguém quis comê-las, pois as ovelhas eram amargas.”

Trecho do livro de contos “Festa na Usina Nuclear” de Rafael Sperling

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