Se, segundo Camões, “amor é fogo que arde sem doer”, Mário de Andrade decidira ser “Amar, Um Verbo Intransitivo” na originalíssima estória do pai que contrata uma governanta alemã para iniciar sexualmente o filho.

Intransitivo ou não, doendo ou não, muitos pecados se cometeram em seu nome. E muitos ainda advirão.

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