“O vídeo alemão “”Cold Star””, dirigido por Kai Stänicke é uma ficção sem falas. As cenas indicam que um jovem tem que provar algo para o grupo de rapazes em uma piscina. Ele precisa pular do trampolim, mas está hesitante. Existe apreensão, até o momento que um homem que se veste de mulher o ajuda. Acaba acontecendo no ato de libertação das sexualidades, e a piscina vira uma espécie de pequena orgia.

Vale notar que aquele que mais resiste entrar na piscina, que trata o homem que se vestiu de mulher com certa violência, ao se render e se jogar na água é o mais lascivo– como muito se acredita poderá acontecer com a maioria dos homofóbicos, como se algo adormecido e muito maltratado despertasse para além do desejo que tentou mantê-lo para sempre escondido.

“Cold Star” é uma mistura de curta-metragem com videoclipe. Um híbrido que conecta a emoção de um curta com a batida e a letra de uma música. “O filme é um apelo para a aceitação de sua própria e de outras identidades sexuais””, diz a descrição do vídeo.”

A fonte e o texto : Blogay do Vitor Angelo publicado  na Folha de São Paulo

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