“O livro continuará presente e será um objeto difícil de destruir.O livro superou o rolo de papiro, de pergaminho. O livro é ótimo, não tem bateria para recarregar, não precisa ligar na tomada.Você pode dormir e deixá-lo cair no chão, não tem problema de quebrar. Tenho o maior medo de cochilar e deixar meu livro eletrônico cair. Se cair,pronto: ele pára de funcionar,perco tudo o que está na memória daquele troço. Gosto de tecnologia, mas a leitura de literatura, do leitor preparado para ler, e que é capaz de se informar pela leitura, será sempre uma minoria.”

Márcio Souza, escritor de “Galvez,Imperador do Acre” e “Mad Maria”

Anúncios