“Amado meu que tanto ensinaste

de mim a mim mesma, e do mundo

a quem o conhecia pouco:

quando se desfizer a escura noite dessa perda,

quero enxergar pelos teus olhos,

amar através do teu amor as coisas que me restaram.

Amado meu, vivo em mim para sempre

apesar da ruga a mais

e do olhar tiste,

devo-te isto:

voltar a amar a vida

como agora amas,inteiramente

a tua morte.”

(Lya Luft, à propósito da perda do amado)

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