“Nós, civilizações, sabemos agora que não somos apenas mortais, mas podemos nos matar.

Auschwitz e Hiroshima  revelaram que “a doença da morte”, constitui nossa dissimulada intimidade.

(…)Entretanto, jamais o poder das forças destruidores aparecem tão incontestável e tão inevitável quanto nos dias de hoje, tanto fora como dentro do indivíduo e duplica-se.

A destruição da natureza, das vidas e dos bens duplica-se com uma recrudescência, ou simplesmente com uma manifestação mais patente das desordens de que a psiquiatria refina o diganóstico: psicose, depressão, mania, pessoas fronteiriças, falsas personalidades.

A loucura em plena luz.

Julia Kristeva

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