O cineasta Glauber Rocha, que morreu há 30 anos em decorrência de septicemia, no Rio

Da Espanha à Argentina, da Holanda ao Japão, passando por Nova York e voltando ao Brasil, as homenagens dos 30 anos de morte de Glauber Rocha se espalham pelo mundo.

Hoje completam-se 30 anos da morte do mestre do cinema novo, em decorrência de septicemia, no Rio.

Os eventos passam pelo aval do Tempo Glauber, instituição carioca administrada pela família e responsável por preservar e difundir sua obra. “Glauber virou um ícone pop”, diz Paloma Rocha, filha que dirige o órgão.

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