Pessoa ao longo de sua vida, guardou mais de 27 mil folhas de papel em um grande baú com poesias, prosas, peças, textos de filosofia, críticas,em manuscritos indecifráveis ou datilografados em papel timbrado dos escritórios em que trabalhou.

Hoje guardados na Biblioteca Nacional de Lisboa, esses documentos serviram de base para muitos livros publicados após a morte do poeta – parte do material continua inédita.

Foi dali que saíram os poemas inesquecíveis de Fernando Pessoa e os heterônimos: além de Ricardo Reis, Álvaro de Campos e Alberto Caeiro, os mais conhecidos , o poeta usou mais de dezenas de nomes e personalidades diferentes – havia até mesmo um eu feminino, a corcunda e apaixonada Maria José.

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