“Alguém me disse: ‘Se você tem potencial revolucionário, então tem um imperativo moral de fazer do mundo um lugar melhor’. E meus fãs são a revolução.Eles são a prova viva de que você não tem de se conformar a nada para mudar o mundo.”

“Só quando mostrei minha música para o mundo é que consegui olhar para dentro de mim e honrar meu desajuste e homenagear a realidade de como fui tratada quando era criança, não pela minha família, mas por colegas da escola, e como isso me afetou.”

“Ser provocada por ser feia, ter nariz grande, ser irritante, sabe? Sua risada é engraçada, você é estranha. Por que você sempre canta? Por que gosta tanto de teatro? Por que usa maquiagem assim? Qual é o problema  da sua sobrancelha? Eu fazia umas sobrancelhas enormes, como a da Evita. Costumava fazer autobronzeamento e tinha um bronzeado muito intenso na escola, e as pessoas perguntavam: ‘Por que diabos você é tão laranja e seu cabelo é assim? Você é sapatão? Por que tem de ir assim à escola?’ Era chamada de puta, disso, daquilo. Tinha dias que eu nem queria ir à escola”.

Fragmento de entrevista concedida por Lady Gaga para a revista Rolling Stone Brasil

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