“Mas nisso acreditam todos os poetas:

que aquele que,

deitado na relva ou em solitária encosta,

aplica o ouvido,

aprende um pouco das coisas que há entre o céu e a terra.

Eu hoje sou de hoje e de outrora,

mas há algo em mim que é de manhã e

de depois de amanhã e de algum dia vindouro.”

Nietzsche

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